É imprescindível o combate à cultura do estupro
Enviada em 01/04/2024
Em 2022 Klara Castanho foi estuprada, e desde do ocorrido sua privacidade, corpo e mente não foram respeitados. A cultural do estupro banaliza e desrespeita a mulher de forma disfarçada e profunda. Esta enraizada este pensamento a tanto tempo que é difícil datar ela e combatê-la rapidamente e facilmente.
Em 1977 foi lançada a música “se eu te agarro com outro te mato” de Sidney Magal, em quefala de feminicidio, em forma de ‘‘amor’’, onde podemos perceber que pela letra a mulher é um objeto. Músicas em que a mulher era vista como um objeto sexualizado, eram muito comuns e famosas, em que as pessoas cantavam como se fosse algo bom e normal.
Em entrevistas Xuxa ja disse ter sido estuprada entre 1966 e 1964, quando tinha apenas 3 a 4 anos, juntando com informações do G1, que entre 2015 a 2021 foram registrados 52mil casos de estupro contra crianças de 0 a 9 anos, apenas mostra que apartir do momento que uma criança nasce, ela esta sujeita o resto da vida a sofrer algum tipo de violência. Segundo o R7, estimasse que apenas 10% desses casos são denunciados, já que muitas vezes a criança, além de não ver algum tipo de suporte em volta dela, a violência acontece por pessoas proximas.
Para diminuir essa visão de objetificação da mulher e sexualização das crianças que muitos tem, é preciso de campanhas de conscientização apoiadas pelo Ministério da Mulher e o Ministério da Educação, visando fazer justiça contra aqueles que falarem ou fazerem algo que prejudiquem diretamente ou indiretamente seres humanos.