Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 01/11/2019
Colônias, de acordo com a biologia “são agrupamentos de indivíduos de uma mesma espécie, fisicamente unidos, que interagem de forma mutuamente vantajosa.” Correlacionando à sociedade humana, a cooperação em ambientes de trabalho pode fazer da coletividade o centro de vantagens em um século tão individual…
Hodiernamente, um país em desenvolvimento como o Brasil possui diversas instabilidades comuns ao processo. Com uma industrialização tardia, o empreendedorismo com economia colaborativa (em que serviçoes e bens são obtidos de forma compartilhada), vem tomando conta da terra tupiniquim, sendo uma excelente saída para o desemprego e crises econômicas. Escritórios de coworking (espaço compartilhado de trabalho), crowdfunding (arrecadação de dinheiro virtual), e etc… São uma ótima alternativa para grandes empresas e até autonômos.
Ainda nesse contexto, Em 2011, a revista Time elegeu a economia colaborativa como uma das 10 ideias que mudariam o mundo. Ademais, é fulcral salientar que tal prática não é novidade: caronas, vaquinhas, aluguel de residências de forma sazonal são práticas longínquas. No entanto, o advento das redes sociais fez do ‘‘compartilhar’’ por meio dos aplicativos, algo prático, seguro e otimizador de tempo e dinheiro, sendo então peça chave para o país em termos econômicos e logísticos.
Portanto, é necessário expandir a ideia do compartilhamento e repensá-lo como alternativa de crescimento para um país com tantas desigualdades como o Brasil. Investir, por meio do Governo Federal em subsídios para cursos online gratuitos com Tecnológos da Informação, para educar e expandir a ideia de economia compartilhada, afim de maior potencial educacional e maior adesão da população. Além disso, vincular publicidades em redes sociais com pílulas informativas temáticas, para maior entendimento do tema e consequentemente, um maior comprazimento populacional à ideia, diminuindo taxas de desemprego com a finalidade de aquecimento da economia.