Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 06/05/2020

A base da economia colaborativa consiste em compartilhar em vez de acumular, esse conceito é uma das grandes tendências do século 21. Entretanto, países em desenvolvimento, como exemplo o Brasil, não estão preparados para a economia compartilhada, por motivo da alta taxa de criminalidade, além de problemas tributários na legislação.

Segundo o site de notícias G1, as bicicletas compartilhadas da Yellow deixaram de circular pelo Brasil, a empresa alegava prejuízos causados pelos usuários, entre esses prejuízos estão os crimes de furto e danificação das bicicletas. Essa notícia, reflete a alta taxa de criminalidade no Brasil, oque pode desmotivar empresas desse ramo de economia colaborativa investirem no país e dessa forma, o Brasil ficará atrás de muitos países economicamente, portanto também é de extrema importância investir em segurança pública.

Além disso, com a economia compartilhada é possível ter uma Ferrari por dias/messes sem pagar imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA). Por ser um conceito novo, a legislação quando formulada, não previa questões tributarias para esse serviço compartilhado que hoje está se tornando tendência. Isso se torna um problema pois o Estado perde grande parte da sua receita nesse imposto, oque pode acarretar outros problemas, aliás sem receita sem investimentos públicos em outras áreas.

Tendo isso em vista, o Governo Federal por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública deve investir em programas de combate ao furto (apropriação de algo alheio) e o vandalismo, de maneira em que os delinquentes paguem por seus atos, buscando assim, diminuir a taxa de criminalidade. Em paralelo a essa questão, o Governo também deve debater com o parlamento, medidas de criação de impostos, por meio de propostas de emendas constitucionais, para o compartilhamento de bens, a fim de equilibrar as contas da união. Assim sendo, o Brasil vai caminhar para a evolução de uma economia colaborativa.