Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 15/05/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde, educação e ao bem estar social. Nessa perspectiva, a grande tendência da economia compartilhada mostra-se ser algo positivo para milhões de pessoas. Portanto, torna-se vultoso colocar esse tema em pauta.

Em primeiro plano, a economia forte é o fator principal no desenvolvimento de um país. Entretanto, a forte economia não é a realidade da maioria dos países, o que impossibilita que parcela da população desfrute de seus direitos universais na prática. Desse modo, uma alternativa viável torna-se a divisão de custos e gastos, a economia compartilhada tem se mostrado eficaz e de extrema importância para aqueles cuja as condições econômicas são desfavoráveis. Logo, a economia compartilhada tende a crescer cada vez mais e ajudar milhões de pessoas.

Em segundo plano, a economia compartilhada pode trazer consigo problemas, pois, muitas vezes você compartilha algo com pessoas que nem sequer conheces. Portanto, deve-se tomar medidas cuidadosas para minimizar ao máximo as chances de furtos e de desavenças. Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo e filósofo polonês, a falta de relações econômicas e sociais se deve a “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante do exposto, nota-se que as relações econômicas entre indivíduos colabora não só para o indivíduo mas também para o estado no qual está inserido.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que cabe ao Governo federal estabelecer políticas que contribuam para o uso da economia compartilhada. Desse modo, espera-se que tal prática cresça e alcance mais pessoas, de forma que ajude principalmente famílias com uma situação econômica desfavorável.