Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 14/05/2020

Segundo o filosofo e sociólogo polonês Zygmunt Bauman, não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a ela. A partir dessa perspectiva a Econômica Colaborativa configura-se como uma gigantesca alternativa para o enfrentamento à uma possível crise financeira, visto que seus serviços geram lucro desde grandes a pequenas empresas, e também a autônomos. É necessário analisar aspectos positivos e negativos dessa nova tendencia do século XXI, para conclusão se ela é ou não viável para economia.

De acordo com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), a economia colaborativa “representa o entendimento de que, diante de problemas sociais e ambientais que se agravam cada vez mais, a divisão deve necessariamente substituir o acúmulo.’’, com base conclui-se que diante a um cenário  que apresenta problemas sociais e ambientais crescentes, a economia colaborativa funciona como um movimento que trata-se de compartilhamentos ou trocas de serviços ou objetos, de uma força que impacta a forma como vivemos e, principalmente, fazemos negócio.

A maneira que a economia colaborativa funciona faz com que pessoas possam ter uma interação social mais ampla, além de ser uma forma de comércio mais sustentável, tendo em vista que roupas, carros, brinquedos e equipamentos podem ser compartilhados, alugados ou trocados entre pessoas, sem terem que ir para os lixões.

Dado o exposto, conclui-se que a nova tendencia do século XXI é extremamente vantajosa, diante de uma do fato de a humanidade tirar mais do que devolve a natureza. Para isso, o Governo Federal e o Ministério do Meio Ambiente devem incentivar a economia colaborativa para a população, apresentando através de palestras e projetos de leis, como funciona e as vantagens. Além disso empresas privadas devem investir em autônomos, assim, a economia e o meio ambiente tendem a se beneficiar.