Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 29/07/2020

A economia colaborativa consiste em compartilhar recursos físicos e intelectuais , surge a partir da conscientização do consumo, da ideia de que não se deve buscar o lucro a todo custo sem preocupar-se com o impacto social que esse comportamento causa e vem sendo muito usada nos dias atuais como no aplicativo uber por exemplo.Pode ser manifestada na forma de troca, aluguel, doação, empréstimo ou outra negociação semelhante.

Amsterdã foi a primeira experiência de cidade colaborativa na Europa, que começou em fevereiro de 2015 quando foi lançado o projeto denominado “Amsterdam Sharing City”, baseado na ideia de que a infraestrutura e as soluções sociais e tecnológicas da cidade devem facilitar e acelerar o crescimento econômico sustentável, com apoio imprescindível do governo. Seul, a capital da Coreia do Sul, criou, em setembro de 2012, o projeto “A Cidade que Compartilha”, que tem por objetivo promulgar políticas para incentivar o surgimento de empreendedores de economia colaborativa. Esse tipo de economia vem sendo usada por vários países  cada vez mais.

Outro fator existente é que essa modalidade promoveu uma nova perspectiva para o mercado. Isso porque, além de facilitar o consumo de bens e serviços, ofereceu novos tipos de trabalho. Nesse quadro, o papel do empresário também mudou, pois ele foi instigado a fazer parte dessa nova ordem. Para isso, deve contar com a tecnologia e, é claro, a Internet.

Dado o exposto foi observado que esse tipo de economia alterna o acúmulo de bens, o acesso é mais importante que a posse. O que se propõe é a experiência, e não a compra incessante de produtos. Pode diminuir o desperdício e o nível de consumo,e se mais de uma pessoa utilizar o mesmo item, é possível reduzir o impacto financeiro e, muitas vezes, até mesmo ambiental.