Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 31/07/2020

A internet, ao passar dos anos, se tornou uma plataforma primordial para inovações e investimentos financeiros, com ela, foi possível a criação de novos tipos de economia, como a colaborativa. A partir disso, ao sair desse contexto e adentrar no cenário atual, é de fato que a economia colaborativa inovou o modo de transação comercial, deixando-a mais acessível e, consequentemente, reduzindo o desperdício de produtos. Nessa perspectiva, é necessário analisar o objetivo e resultados de tal economia.

É pertinente, apontar, com base na pesquisa da SPC Brasil, serviço de proteção ao crédito, em 2019, que 8 a cada 10 brasileiros simpatizam com a ideia do uso do consumo compartilhado. Isso ocorre porque a plataforma utilizada via aplicativo é, normalmente, de fácil acesso, além de possuir uma tabela variada de preços que se encaixam a cada consumidor. Ademais, o objetivo principal desse tipo de consumo é não precisar, necessariamente, comprar tais produtos e sim compartilhar o serviço, como é o caso do aplicativo Uber, o qual o motorista compartilha seu próprio veículo para fazer os serviços solicitados pelo cliente, assim, o público usufrui do veículo sem necessariamente possuir ele.

Observa-se que SPC Brasil, além da pesquisa anterior, informou em 2017 que aproximadamente 28% da população se mostrou um consumidor consciente, a partir disso, a economia compartilhada visa, ao passar dos anos, ampliar tal taxa percentual. Uma vez que ao existirem aplicativos como o Uber, dito anteriormente, a quantidade de transportes individuais é reduzida, resultando, assim, na diminuição dos impactos ambientais. Além disso, tal economia auxilia no estímulo para a reutilização, pois os produtos usados se apresentam com preços mais razoáveis, sendo assim, o consumidor presumirá que é mais vantajoso do que ir ao shopping, por exemplo.

Compreende-se, então, que a economia colaborativa está crescendo gradativamente durante os anos. Por isso, é necessário que a escola, como instituto de ensino, forneça, por meio de aulas interativas, palestras sobre educação financeira, como também, sobre o consumo consciente em prol da sustentabilidade. A fim de potencializar o número de compradores conscientes tanto com sua renda quanto com seu consumo.