Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 31/07/2020

Com o advento da Revolução Industrial,iniciada no século XVIII,o modo de produção em massa contribuiu para o aumento do consumismo exacerbado,ocasionado uma mudança econômica no cenário vigente.Entretanto,hodiernamente,para ministrar o consumo desenfreado foi desenvolvida uma economia colaborativa,na qual o foco é partilhar bens e serviços em vez de adquiri-los,assim,sendo essa a nova tendência do século XXI para garantir a sustentabilidade e a viabilidade econômica.Desta forma,é necessário analisar os benefícios desse modelo na sociedade contemporânea.

Logo,a priori,a economia colaborativa é o principal pilar para equilibrar a balança entre o consumismo e o capitalismo,em que é possível observar suas inúmeras vantagens para a contribuição do alcance  à utopia social.Diante do exposto,as pessoas passam a adotar alternativas sustentáveis para suprir suas necessidades,reutilizando,redistribuindo e compartilhando objetos como roupas,carros,brinquedos e equipamentos tecnológicos,que se tornariam obsoletos sem essa essas manobras,preservando recursos naturais e firmando uma mínima degradação ambiental.Sob esse viés,segundo uma pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) mostra que para 81% dos brasileiros a economia colaborativa torna a vida mais fácil e funcional,efetivando,desse modo,as benesses do modelo.

Outrossim,essa tendência contribui para a redução de custos ao reunir as necessidades comuns dos indivíduos e ministrando-as para que se tornem convenientes à todos.Sobre esse aspecto,os cidadãos podem utilizar determinados produtos e serviços com valores de custos reduzidos,como por exemplo,a comercialização por meio de brechós,em que a compra de objetos seminovos permite preços acessíveis,garantindo uma democratização dos bens.Nesse contexto,de acordo com o filósofo Sartre,“somos inteiramente responsáveis por nosso passado, nosso presente e nosso futuro”,é fundamental difundir a economia compartilhada para assegurar um futuro igualitário e cooperativo,fazendo-se necessário aumentar o incentivo à esse prática.

Portanto,para que a economia compartilhada seja amplamente conhecida,urge que o Governo Federal,juntamente ao Ministério do Meio Ambiente,crie projetos de leis que incentivem esse modelo para a sociedade,por meio de palestras conscientizadoras e campanhas informativas divulgadas pela mídia nas redes sociais e canais de televisão abertos,abordando a importância de adesão desse recurso e os feitos positivos que ele gera na natureza e para os seres humanos.Desse modo,seremos os responsáveis por um futuro consciente e democratizado,idealizando o que foi proposto por Sartre.