Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 31/07/2020
Sustentável e inovadora. Essas são apenas algumas das características boas da economia colaborativa e, embora seja tudo isso, existem empecilhos para que sua efetivação aconteça e consiga alcançar um número elevado de pessoas. Uma vez que modelo de economia citado acaba combatendo a lógica do consumismo capitalista e provoca a inadequação atual de várias empresas e alguns setores do comércio causada por ele.
Primeiramente, de acordo com o dramaturgo irlandês George B. Shaw, “sem compreendermos o capitalismo não podemos compreender a sociedade humana da maneira que ela atualmente existe”. Desse modo, o modo de produção capitalista por ter uma grande influência no pensamento das pessoas em geral acarreta num problema para a expansão da economia colaborativa, pois o industrialismo coloca passivamente no subconsciente dos indivíduos que os sonhos deles deve ser comprar bens materiais como uma casa ou um carro. Por exemplo, os anúncios sobre como conseguir de um jeito mais facilmente os itens supracitados.
Em segundo plano, há a falta de adaptação das firmas, a qual atrasa o arraigamento da economia coletiva como algo utilizado amplamente, já que elas são um modo muito influente de perpetuar esse novo estilo, visto que elas possuem um alto alcance dentro da população e conseguem disseminar mais naturalmente as ideias modernas. Um exemplo disso, são as lojas de marca como Marisa e Zara.
Portanto, o Executivo pode incentivar as firmas à aderirem a economia colaborativa, por meio de investimentos para as empresas conseguirem começar a implantar esse novo tipo de estilo econômico, além de iniciar a transformação na nas comunidades mais carentes com o objetivo de ajudar os que mais precisam. Sendo assim, esse sistema poderá ter um êxito maior no mercado.