Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 12/01/2021
A Economia Colaborativa é algo relativamente novo e é a concretização de uma nova forma de percepção global. Esse modelo de negócio refere-se a um consumo compartilhado, ou seja é de pessoa para pessoa (peer-to-peer) e já é tendência no mundo afora. No Brasil, essa prática também já faz parte da realidade, pois os recursos naturais estão a cada dia mais escassos,e não só no país, mas também em todo o universo. É notável a relevância dessa prática, pois ela gera impactos positivos nos aspectos: social, financeiro e ambiental.
Ademais, a lógica da economia colaborativa pode se realizar por meio do reaproveitamento, como por exemplo: quando o colaborador não usa mais um produto, porém esse está em bom ou ótimo estado e passa ele adiante para ser usado por outra pessoa. Também pode ser feita através de habilidades compartilhadas quando troca o seu tempo por uma recompensa ou gratificação monetária. Além desses, pode ser o compartilhamento de bens ou serviços, como o carro (Uber), a casa (Airbnb) ou até mesmo o lava jato.
Esse fenômeno traz consigo conceitos bastantes visualizados no mundo atual, os chamados 6 D´s, que são eles: a digitalização, a dúvida, a disrupção, a desmonetização, a desmaterialização e a democratização. No primeiro refere-se ao fato do uso da tecnologia por meio da internet, redes sociais e aplicativos. No segundo, trata-se de inserir uma reinvenção. No terceiro, significa acabar com o inservível. No quarto, tornar os produtos mais acessíveis. No quinto, traz a prática do minimalismo e por último, mas não menos importante, que as ações devem trazer soluções mais amplas.
Sendo assim, o poder público precisa inserir nas suas instituições essa prática como forma de reduzir o desperdício, aumentar a eficiência, diminuir o impacto ambiental e reduzir as desigualdades sociais. Para isso, adquirir aplicativos para troca de bens e serviços,nos quais quando inservível em um órgão passe para outro em que o sirva. Desse modo, torne as instituições mais confiantes e eficazes para todos os cidadãos.