Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 30/03/2021
Economia Sustentável
A terceira revolução industrial foi ocorrida no século XX proporcionou o início de uma nova atmosfera mundial, o consumismo. Simultaneamente a economia colaborativa é cada vez mais presente no Brasil, onde pode ser observada no próprio dia a dia de cada cidadão trazendo muitos benefícios e facilidades.
A princípio é necessário destacar que em uma realidade assolada pelo consumismo, onde alguns poucos possuem e muitos apenas outros indivíduos apenas buscam ter, a economia colaborativa se coloca como um sistema econômico sustentável. Diante dessas circunstâncias, e do interesse de cada um dentro de um sistema colaborativo a ideia do filosofo Adam Smith faz-se coerente uma vez que, para ele a economia que move mundo surge do interesse particular de cada um. Logo tal ideia pode ser vista na prática, onde uma pessoa pode alugar uma sala comercial apenas para os feriados através de aplicativos como Airbnb, ou solicitar viagens para um mesmo destino e dividir os custos. Dessa maneira, a economia se coloca como uma ferramenta de igualdade para ambos os lados.
Da mesma forma é preciso salientar que de acordo com o Economista britânico David Ricardo, uma nação não tem sua riqueza medida somente através do dinheiro como também, a abundância de mercadorias e serviços que esta oferece. Indubitavelmente, a economia colaborativa coloca-se como uma das formas em que existem mais possibilidades de prestação de serviços, através dos aplicativos de transporte que urgem como alternativa para o transporte público, por exemplo. Outrossim, no Brasil contemporâneo as mercadorias são muito variadas pela própria natureza do país comprovada historicamente desde o período colonial que contribuem fortemente para o sucesso da economia colaborativa no país.
Portanto, urge a necessidade de explorar os benefícios da economia colaborativa, por isso cabe ao Estado fazer a divulgação de forma efetiva por meio de jornais televisivos, em mídias sociais e rádio. Por conseguinte, o Poder legislativo deve promulgar uma lei de que de incentivo fiscais para startups com ideias inovadoras que se encaixem no padrão de economia colaborativa para que possamos ter um ecossistema econômico sustentável.