Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 12/11/2021

Sociologicamente, além de ser uma prova de confiança, a economia colaborativa representa um avanço das relações humanas, pois, favorece o lucro individual e facilita o acesso de pessoas simples para produtos de baixa frequência de uso e alto preço de custo. Desse modo, é preciso criar medidas que preservem essa atividade, uma vez que, ela pode promover aspectos positivos para variadas camadas sociais.

Em primeiro modo, é fundamental evidenciar que o ato de emprestar um objeto em troca de dinheiro não é algo contemporâneo, prova disso, é o aluguel de carros, que uma atividade comercial já antiga que facilita a locomoção de pessoas sem capacidade financeira para custear um automóvel. Ainda assim, a economia colaborativa é similar ao projeto político-social idealizado pelo filósofo Karl Marx, o ‘’socialismo’’, que por defender um poder de compra uniforme, pode ser comparado a esse atual sistema de comércio que facilita o uso de bens de consumo.

Por conseguinte, é fato que a tecnologia é uma das principais ferramentas que ajudou nas grandiosidades que a economia compartilhada gera, pois, além de fazer parte de um método de comercialização simples e prático, também foi capaz de aproximar comprador de vendedor. Contudo, por estar fortemente vinculada a mecanismos cibernéticos, os usuários da economia colaborativa podem ser vítimas de fraudes, diminuindo a confiabilidade com esse método de compra temporária. Nessa óptica, é preciso recorrer a meios influentes capacitados para punir o público praticante desses atos criminosos.

Sendo assim, para estimular o uso correto desse mercado por empréstimo, é preciso criar OSCIPs – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público -, para que por meio de auxiliares da tecnologia, as pessoas desinformadas tenham condições de acessar formas mais acessíveis de usar bens momentaneamente. Além disso, a polícia federal em conjunto com o Ministério da Segurança, devem, por meio de softwares, facilitar os sistemas de denúncia em sites de compra, reduzindo assim, as taxas de golpes. Nesse sentido, a principal tendência da economia colaborativa será de reduzir as desigualdades sociais.