Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 09/09/2022

Em 1889, o filósofo Raimundo Teixeira Mendes adaptou o lema “Ordem e Progresso” não somente para a bandeira nacional brasileira, mas também para o país que enfrenta inúmeros empecilhos para o seu desenvolvimento, como a falta de incentivo às plataformas de economia colaborativa. Nessa perspectiva, tal panorama decorre de uma vasta negligência governamental agregada a uma enorme banalização midiática e social.

Diante desse cenário, é fulcral ressaltar o descaso por parte da administração superior, visto que há uma indolência no que concerne a questão da liberação de verbas para apoiar essa forma econômica da comunidade. Outrossim, salienta-se que de acordo com pesquisas do site Uol, meios que utilizam dessa forma de interação social sustentarão grande parte da economia global. Isso porque, previsões futurísticas afirmam que nos próximos anos a renda adquirida por essa fonte será equivalente a quase 400 bilhões de dólares para a população mundial. Logo, é necessário que se entenda a fundamentalidade dessa fonte integrativa.

Outro ponto que se discorre é a banalização da mídia e do povo acerca do tema, tal fator ocorre por conta da falta de informação disponibilizadas ao público sobre as vantagens da economia colaborativa, causando assim, sua menosprezação. Sob esse viés, mediante aos estudos dos sociólogos Adorno e Hokheimer sobre a indústria cultural, foi exposto que a mídia obtém um papel essencial na formação das opiniões dos cidadãos e na conduta da sociedade. Como também, refroça-se que após a implantações de aplicativos como Uber e Airbnb, exemplos dessa estrutura, a vida em comunidade tornou-se mais prática, lucrativa e rápida.

Portanto, é de indubitável importância que o governo federal, na condição de garantidor dos direitos individuais do cidadão, promova políticas públicas para mitigar a problemática apontada. Para tanto, é primordial a implementação de leis que assegurem a disponibilização de verbas para a estruturação desse tipo de economia, por meio de cursos, palestras e na elaboração de planos de ideias. Bem como, é necessário que a mídia invista em reportagens e notícias sobre o assunto. Logo, se objetivará o maior bem-estar social, o crescimento econômico do país, o aprimoramento do controle de crises e o cumprimento da adaptação de 1889.