Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 03/10/2022

A melhor opção de modelo econômico: não eficaz ou oprimida?

Na obra cinematográfica “A procura da felicidade” o protagonista Christopher, ao perder sua casa, aluga temporariamente quartos. Desta forma, assim como na ficção, diversos brasileiros são isentos de recursos materiais, porém, não conseguem usufruir destes por não conhecerem a economia colaborativa. Isto ocorre pois esta modalidade econômica prejudica a área industrial e os ideais consumistas do país.

Após o exposto, é imprescindível citar a influência industrial como causadora do problema. Segundo os ideais de Luta de Classes do filósofo Karl Marx, os detentores do meio de produção dominam as relações sociais. Desta maneira, a industria busca expandir sua demanda de vendas para produzir de forma abundante e, por conseguinte, aumentar o seu lucro, logo,

evitando que métodos e econômicos de se adquirir bens, como a economia colaborativa, vinculem-se no país.

Ademais, é fundamental citar o consumismo como principal opressor da economia compartilhada. Desta forma, visto que o setor produtivo busca o lucro, propagandas em mídias comunicativas, como televisão, são feitas em massa. Assim sendo, o telespectador é convencido da compra e alienado. Deste modo, inicia-se um ciclo de compra e descarte- o consumismo- inibindo a força do sistema de compartilhamento de bens, visto que as pessoas, como no filme “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, sentem necessidade de

Depreende-se, portanto, que o poder executivo promova em instalações públicas, por intermédio de projetos- como o cadastro de pessoas em aplicativos ou páginas de compartilhamento- o fácil acesso à economia colaborativa, em paralelo, a divulgação de tais projetos devem sem feitas em mídias sociais- como Instagram- afim de guiar as pessoas para o consumo consciente e econômico dos bens. Assim, far-se-á uma sociedade inserida na economia colaborativa assim como Christopher.