Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 21/08/2023

A teoria do sociólogo e filósofo francês Émile Durkheim faz uma analogia da sociedade com um organismo biológico. Assim, se uma célula da sociedade for afetada, todo o organismo, aqui compreendido como a sociedade, pode sofrer consequências. Diante dessa perspectiva, vale ressaltar que o crescimento da economia colaborativa no século XXI afeta várias partes da sociedade. Para tal situação, fica exposto que a ausência do individualismo econômico e a liquidez temporânea são as causas desse problema, o que precisa de solução.

Sob tal ótica, urge comentar a frase do economista Adam Smith, na qual ele afirma que a riqueza das nações é o fato de cada indivíduo procurar o seu desenvolvimento econômico e pessoal. Ao contrário, na sociedade contemporânea, as pessoas tendem ao escapar desse desenvolvimento, ficando cada vez mais a mercê de governantes e menos de si, abrindo brechas para que uma economia colaborativa cresça a partir de atitude não apenas de uma, mas de vários indivíduos como este.

Ademais, no hediondo cenário atual, se consome muito produtos tecnológicos, tais produtos que se atualizam a cada ano, ou até mesmo meses, que acaba confirmando o que Zygmunt Bauman retrata em sua modernidade líquida, que hoje em dia nada fora feito para durar. Por fim, criando-se outro fator contribuinte para a criação de uma economia caso essa evolução desenfreada tenha um fim.

Diante dos fatos expostos, é necessário medidas resolutivas para que haja harmonia. Ainda por cima, cabe à cada indivíduo, ciente de suas ações físicas e mentais, procure formas de ampliar seu conhecimento econômico e se disassociar da liquidez temporânea por meio de vídeos explicativos sobre o tema. Portanto, com a constante prática de todas essas ações com o fito de amenizar o crescimento da economia colaborativa nos dias atuais.