Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 29/11/2023

“O necessário, somente o necessário”, faz parte da letra de uma musica cantada por Bulu, um personagem do filme “Mogli”, que conta seu estilo de vida simples, fundada na falta de excesso. Fora da ficção, isso se assemelha ao economia colaborativo, que se baseia em alugar tudo aquilo que você não usa o tempo todo. porém, devido à negligência do governo e a mentalidade capitalista, essa pratica encontra dificuldade de crescer. Nesse instante, devem ser tomadas medidas para auxiliar o crescimento dessa prática.

Em sequência, observa-se a negligência do estatal é um empecilho para o desenvolvimento sustentável desse cenário. Afinal, de acordo com o artigo 225 da constituição federal, é dever do Estado garantir que todos os cidadãos tenham acesso a um meio ambiente de qualidade. Sendo assim, de acordo Banco Interamericano de Desenvolvimento, a economia colaborativa reduz o uso de recurso naturais e a desigualdade social, é fundamental que o a regência auxilia o seu crescimento. Em resumo, é preciso que o governo brasileiro se comprometa com o Brasil.

Ademais, é decerto que mentalidade capitalista é o principal desafio a ser combatido para o sucesso da economia colaborativo. Semelhantemente, de acordo com o filósofo alemão Karl Marx, o capitalismo prioriza o lucro em detrimento dos valores. Dessa forma, as pessoas simplesmente não aderem ao movimento por quererem terem posses, e não quererem compartilhar. Em resumo, é necessário uma mudança de pensamento no corpo social brasileiro.

Em síntese, é fundamental contribuir para a tendência da economia compartilhada. Para tal, é preciso que o governo federal, órgão de maior poder público, junto com o Ministério do Trabalho, de criarem um plano nacional voltado a coletivização dos bens. Tais fatos se concretizam por meio de incentivos aos donos das coisas que compartilham, como a redução de impostos, e uma rede de seguros, a fim de garantir que todos saiam ganhando. Por fim, somente assim o Brasil poderá aderir a filosófica do “somente o necessário”.