Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 27/11/2023
Idealizado pelo filósofo Raimundo Teixeira, em 1889, com base nos principios do positivismo, o lema " Ordem e Progregresso" - escrito na bandeira - expõe um dos objetivos da nação: o avanço da sociedade mediante a defesa da ordem. Assim, a efetividade desse objetivo, porém, mostra-se distante, uma vez que a desafios na economia colaborativa sendo uma tendência no século XXI. Desse modo, configura - se em um grave empasse a ser enfrentado pela população. Logo, é preciso analisar não só a falta de regulamentação, como também, a ausência de debates.
Nesse cenário, é valido ressaltar a falta de regulamentação que é um dos principais desafios da economia colaborativa. Segundo o artigo 174 da Constituição Federal de 1988, e dever do Estado atuar como regulador e fiscalizador da atividade econômica, com o objetivo de proteger o interesse público e coibir abusos do poder econômico. Porém, tal responsabilidade não esta sendo exercida, ademais, isso pode levar a abusos por parte de empresas e indivíduos que usam a economia colaborativa para obter lucro sem pagar impostos ou seguir as regras.
Outrossim, é igualmente necessario expor que a ausência de debates e um grande empasse em tal problemática. Desse modo, de acordo com o filósofo alemão, Jürgen Habermas, ele argumenta que a democracia depende do diálogo público e da deliberação racional para funcionar adequadamente. Por consequência, embora essa prática tenha se popularizado em todo o mundo, ainda há pouca discussão pública sobre seus benefícios e desafios. Ou seja, Isso pode levar a mal-entendidos e a uma falta de apoio público para a economia colaborativa.
Portanto,em resumo, a economia colaborativa é uma tendência importante no século XXI, mas ainda enfrenta desafios significativos. À vista disso, para superar esses obstáculos, é necessário que os governos criem leis transparentes e justas, que as empresas implementem medidas de segurança rigorosas, que os trabalhadores sejam tratados de forma equitativa e que haja mais debates públicos sobre o assunto. Com essas medidas, a economia colaborativa pode continuar a crescer e se tornar uma influência positiva na sociedade.