Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 04/12/2023
De acordo com filósofo alemão Karl Marx, numa sociedade capitalista os indivíduos são criados para consumir de maneira descomedida. No entanto, a inserção do compartilhamento de bens e serviços no cotidiano das pessoas se mostra contrária à ideia do autor, em que, no século XXl a economia colaborativa tem mostrado seu lado positivo.
É notório que, com os avanços tecnológicos, veio a praticidade, com isso surge a economia colaborativa, que é um modelo de negócios que se concentra no compartilhamento de bens e serviços, no qual emerge como uma tendência proeminente no século XXI, transformando basicamente a maneira como compartilhamos, consumimos e interagimos economicamente. Entretanto, assim como todo produto e serviço, existem seus desafios, como: preocupações com a segurança, questões trabalhistas, efeitos sobre as indústrias tradicionais e desafios regulatórios.
Contudo, a economia colaborativa possui seus pontos positivos, que influência diversos setores, como: transportes, hospedagens, entre outros, mostrando então, que essa tendência continuará provavelmente a desempenhar um papel importante no cenário econômico do século XXI. Os motivos para seu crescimento e desempenho, são: redução do desperdício, plataformas online e aplicativos com o facilitamento entre as pessoas, serviços a preços mais acessíveis, contribuindo também para práticas mais sustentáveis, reduzindo assim, a necessidade de produção excessiva.
Portanto, como já mencionado, a economia colaborativa possui seus desafios, então, a fim de melhorar esse cenário, cabe ao governo desenvolver regulamentações que equilibrem a inovação e segurança, incluindo a criação de normas mínimas de segurança e proteção para os usuários, também junto as empresas incentivar o desenvolvimento de tecnologias mais seguras, incluindo soluções de verificação de identidade, e ao Ministério da Educação implementar programas educacionais para os estudantes, esclarecendo direitos, responsabilidades e práticas seguras, assim contribuindo para um desenvolvimento mais sustentável e equitativo.