Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 27/11/2023

De acordo com dados da revista Forbes, os empreendimentos colaborativos movimentaram mais de U$ 110 bilhões em todo o mundo em 2018, motivados em startups e no crescimento do Waze, Uber e Airbnb. Isso mostra que hoje em dia é uma coisa crescente e cada vez mais comum no dia a dia dos codadãos Brasileiros. A economia colaborativa, é um modelo de negócios que se concentra no compartilhamento de bens e serviços, em vez da compra. Portanto, caso não seja devidamente regulada, pode gerar prejuízos.

Em consequencia disso, é importante explicar o que é a economia partilhada, que, embora exista também no setor dos serviços, difere em alguns aspectos do modelo tradicional. Como o nome sugere, é possível uma troca entre duas pessoas, desde reparos domésticos e confecção de bolos até mudanças temporárias de endereço. Mas não se limita a isso, com serviços pagos como o famoso aplicativo de transporte Uber.

Segundo o estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em 2018, 87% dos entrevistados veem que o consumo colaborativo cresce na vida dos cidadãos. Esse fator mostra que os consumidores estão pensando e escolhendo seus produtos e serviços a partir de empresas que estimulam a economia colaborativa. Os benefícios da economia colaborativa para a sociedade são significativos. Entre eles, podemos citar os movimentos políticos libertadores de grupos oprimidos por sistemas de governo repressores e a redução dos desperdícios no consumo através de sistemas de compartilhamento de bens de interesse comum.

Como líder do colectivo, o Estado deve tentar rapidamente equilibrar a situação, nunca censurar o novo, mas apoiar os clássicos. Por isso, ele deverá atuar no Parlamento e no Senado para assinar um novo projeto que inclua não apenas aplicativos, mas também outros serviços e reduza a tributação, para que garanta mais liberdade com benefícios. Assim, o Brasil gradualmente dando a todos a chance de escapar da crise, acompanhando o desenvolvimento natural dos modelos econômicos.