Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 04/12/2023
A constituição Federal de 1988, princípio de ordem jurídica do país, assegura os direitos e o bem-estar dos cidadãos. De maneira contraditória, percebe-se que a atual realidade brasileira caracteriza-se com um impasse no que diz respeito à garantia desses direitos fora do plano teórico, visto que, a economia colaborativa ainda não está totalmente inserida na atual sociedade. Desse modo, é necessário analisar as causas que corroboram tal problemática: desigualdade social e as barreiras regulatórias.
Ademais, é importante ressaltar a desigualdade social, uma vez que a falta de acesso à tecnologia, internet ou dispositivos adequados pode excluir certas comunidades, dado que, contribui para a desigualdade de participação. Dessa forma é inaceitável que em pleno século XXI esse problema persista em nossa sociedade.
Outrossim, é imperioso ressaltar as barreiras regulatórias como impulsionador do problema no Brasil, dado que, muitas áreas têm regras que não foram ajustadas para acompanhar plenamente os modelos de negócio da economia colaborativa. Diante de tal exposto, à rigidez na rigidez nas leis pode criar incertezas para as empresas e para os trabalhadores, desencorajando a adoção plena desse modelo econômico. Logo, é inadmissível que esse cenário perdure.
Dessarte, fica evidente a escassez da economia colaborativa no Brasil. Para tanto, o Governo deve propor uma abordagem flexível e inovadora na regulamentação, reconhecendo as características únicas da economia colaborativa e ajustando as políticas à medida que a tecnologia e o mercado evoluem. Ainda cabe à mídia o papel de promover campanhas, debates em horários nobres, formentando o incentivo à economia colaborativa.