Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 29/11/2023
O mundo que as pessoas estão acostumadas é muito individualista. Homens e mulheres que só pensam em adquirir objetos para o seu consumo e na grande maioria das vezes não pensando no uso coletivo. Portanto, a falta da economia colaborativa apresenta algumas problemáticas como, por exemplo, o consumismo e a escassez de confiança entre os seres humanos.
De início, destaca-se que a compra de produtos para serem usados uma ou duas vezes e deixar o objeto guardado é muito comum na sociedade atual. Com isso, os indivíduos gastam altos valores com coisas relativamente necessárias, mas que poderiam ser exprestadas pelo vizinho ou amigo. Um bom exemplo disso são as tecnológias antigas de boa qualidade como as câmeras fotográficas, que possuem resoluções melhores que as do celulares em alta de hoje, tal como, Iphone 15, A23 ultra e Redmi note 12, pórem apresentam pouca demanda no mercado,assim, possuindo uma margem de custo alta numa coisa que não é extremamente necessária e que algum familiar possa emprestar. Sendo assim, é comum a pessoa comprar a mercadoria por um valor alto e usar poucas vezes.
Ademais, cabe ressaltar que na sociedade atual ocorre uma falta de confiança. O cantor Bezerra da Silva até retrata essa desconfiança em sua música quando diz “Malandro é Malandro, Mané é Mané”, esse trecho representa que em qualquer negócio, um sempre irá querer tirar vantagem do outro. Outro cantor que retrata essa visão de superioridade em negociações é o MC Luky que diz “Todo dia acorda cedo um malandro e um otário. Quando os dois se tromba, dá negócio”. Visto isso, os agentes se tornam individualistas e querendo sempre se benefeciar, pois é uma coisa que está enraizada na cultura brasileira. Como diz a Lei do Gérson, “Eu gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve você também!”
Dessa forma, torna-se urgente que o Procon, crie programas para conscientização sobre o consumismo, por meio de propagandas nos horários de maior audiência na TV e nas redes sociais, isto é, Instagram, Facebook, Tik Tok e X, visando diminuir o consumo excessivo. Outrossim, cabe aos órgão governamentais, criarem aulas nas escolas sobre ética e moral, logo, podendo minimizar o pensamento brasuleiro de sempre tirar vantagem.