Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 29/11/2023

Com o advento da Terceira Revolução Industrial, também chamada de Revolução Técnico-Científica-Informacional, inúmeras indústrias surgiram no Brasil e no mundo, além disso novos meios de inovar. Com isso, a economia colaborativa chegou como um novo método no sistema econômico do país, no qual as pessoas trocam produtos e serviços ao em vez da compra. Portanto, faz-se necessária a análise dos aspectos que corroboram com essa modernidade: sustentabilidade e a incidência de baixa margem de lucro.

É indiscutível que o desenvolvimento sustentável é uma das vantagens da economia compartilhada. Nesse contexto, é importante enfatizar que, de acordo com Paul Atson, co-fundador do Greenpeace, “Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”. Desse modo, a inovação descrita faz com que o uso de matérias-primas e o desperdício reduza, avaliando os impactos ao meio ambiente.

Entretanto, apesar das vantagens existentes, a baixa lucratividade das empresas é uma desvantagem do novo modelo econômico. Diante de tal exposto, a empresa Uber é um dos exemplos mais conhecidos, oferecem um serviço no mercado de mobilidade por preços mais acessíveis do que táxis e mais confortáveis do que transportes públicos. Contudo, dependendo da forma que a instituição está inserida, pode ocasionar redução do lucro. Logo, é inadmissível que esse cenário perdure.

Dessa maneira, fica evidente as vantagens e as desvantagens da inserção da economia colaborativa no país. Assim, é dever do governo informar a população sobre os novos meios do mercado de trabalho, através de palestras proporcionadas nas instituições escolares, ministradas por profissionais qualificados na área, a fim de concientizar a sociedade das novidades e de seus benefícios e/ou prejuízos. Assim, essa modernidade será cada vez mais conhecida e aplicada, visto seus proveitos para a coletividade.