Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 30/11/2023

Hordiernamente, é uma tendência do século Conectando desconhecidos com interesses e necessidades comuns, utiliza tecnologia para facilitar o compartilhamento e a troca de conhecimentos, serviços e objetos em escala. Reduz o desperdício, aumenta a eficiência no uso dos recursos naturais e combate o consumismo.

De acordo com dados da revista Forbes, os empreendimentos colaborativos movimentaram mais de U$ bilhões em todo o mundo em 2018, motivados em startups e no crescimento do Waze, Uber e Airbnb. A colaboração não é necessariamente uma novidade na economia, mas foi ampliada pelo uso disseminado das tecnologias digitais nos celulares.

Outro dado que mostra o aumento da importância da economia colaborativa foi a pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Segundo o estudo, uma boa parte dos entrevistados veem que o consumo colaborativo cresce na vida dos cidadãos. Esse fator mostra que os consumidores estão pensando e escolhendo seus produtos e serviços a partir de empresas que estimulam a economia colaborativa.

Os benefícios da economia colaborativa para a sociedade são significativos. Entre eles, pode-se citar os movimentos políticos libertadores de grupos oprimidos por sistemas de governo repressores e a redução dos desperdícios no consumo através de sistemas de compartilhamento de bens de interesse comum.

Ou seja, a produção e o consumo colaborativo trazem aspectos éticos para a relação entre empresas e consumidores, fato que se torna cada vez mais relevante nos processos de troca econômica.

Destarte medidas se fazem necessárias para tornar esse meio conhecido e lucroso no tempo previsto, empresas privadas deveriam contratar autônomos,regularizados pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, por curtos períodos, permitindo a flexibilidade dos mesmos. Enquanto o Ministério da Integração Nacional formularia uma estratégia para as economias regionais, o Ministério da Fazenda executaria uma macro gestão do país.