Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 29/11/2023
“Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. A declaração de Aldous Huxley ecoa na contemporaneidade, revelando a negligência com a Economia Colaborativa, uma tendência no século XXI. Nesse contexto, fatores como a desigualdade social e a falta de políticas públicas eficazes tornam-se elementos críticos, demandando reflexão e ação.
A “Constituição Cidadã” de 1988 estendeu direitos fundamentais a todos os cidadãos brasileiros, incluindo o acesso à Economia Colaborativa. Contudo, a não efetivação desses direitos, associada à persistência da desigualdade, revela um paradoxo. Em um país com elevada carga tributária, é inaceitável a ausência de políticas públicas capazes de mitigar essa disparidade.
Além disso, a falta de regulamentação adequada, aliada à resistência de setores tradicionais, compromete a expansão da Economia Colaborativa. Segundo dados, a sociedade brasileira enfrenta desafios significativos, exigindo ações urgentes para garantir a harmonia social e a proteção dos direitos de todos.
Urge que o Estado intervenha para reverter esse cenário. Assim, é imperativo que o governo, em parceria com a sociedade civil, promova medidas concretas. A criação de legislações específicas, aliada à conscientização da população sobre os benefícios da Economia Colaborativa, constitui um caminho para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.