Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 03/12/2023

Em face do cenário atual, vem ocorrendo uma crescente demanda por Economias Colaborativas, e isso fica ainda mais evidente quando visualiza-se a situação financeira da população. Na pandemia foi uma época conturbada para todo o mundo, onde muitas pessoas tiveram que economizar bastante, cortar gastos, se reinventar, em um tempo que não era possível fazer muita coisa para mudar o cenário, e que a melhor solução era esperar tudo aquilo passar.

E com base nisso, muitos sujeitos para melhorarem sua condição financeira, começaram a entrar nessa comercialização de “economia colaborativa”, na qual permitiu a troca direta de bens (dinheiro) e de serviços - que pode ser um comécio ou outro trabalho autônomo. Um exemplo desse episódio foi o crescimento de requisição de carros por aplicativo - podendo ter vários apps, porém o mais conhecido na atualidade é o Uber - que além de ser requisitados pelos cliente, também foi e é muito requirido pelos trabalhadores. Em que o trabalhador recebe o bem (dinheiro) em troca de oferecer um serviço (andar de carro num preço acessível) aos clientes, onde ambos são beneficiados no processo, tanto o fornecedor quanto o consumidor.

Com essa informação, as coisas acabaram avançando, e logo todos queriam experimentar esse serviço, onde ocorreu uma grande procura e que ainda está crescimento. E reforçando esse fato, um dado que foi repassado pela própria empresa Uber, mostrou que em 2021 a corporação gerou R$ 36 bilhões de quantia para a economia brasileira - e que equivale a 0,4% do PIB brasileiro - ou seja, graças a esse novo tipo de serviço foi possível produzir capital em que colaborou com a melhoria da população e dos países, isso em virtude da economia colaborativa.

Com base nesses argumentos, conclui-se que a Economia Compartilhada é uma nova tendência e uma revolução para a economia e como solução para manter essa nova forma de economia, é posto como proposta o incentivo por parte do Governo de cada país, para os cidadãos que querem entrar nesse novo mercado. E além disso o Governo está ajudando esses cidadãos, dando um auxílio no começo do emprego e também quando ouver baixa. O incentivo é feito por campanhas, markenting e divulgação e tem o público alvo para essas pessoas que querem entrar nesse novo mercado. E a distribuição é feita todo mês pela conta báncária do sujeito que é depositada pelo próprio Governo de acordo com seus dados. E dessa forma é incentivado pelo Governo para as pessoas seguirem essa nova tendência de Economia Compatilhada no século XXI.