Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 03/12/2023
OLX, Airbnb e Uber, todos são exemplos da nova economia colaborativa que vêm crescendo nos últimos anos no país, a mesma que se baseia no compartilhamento de bens e serviços entre as pessoas, em vez da compra. Se por um lado ela traz benefícios como a redução do desperdício e do impacto ambiental, por outro, também contêm serviços que necessitam de regulamentação. Sendo assim, é de suma importância discutir sobre estes dois lados dessa nova economia.
Sob esse viés, essa prática de compartilhamento vem crescendo muito nos últimos anos. Evidentemente, esse novo modelo, que ficou conhecido como economia colaborativa, trouxe inúmeros benefícios para a sociedade, uma vez que os bens podem ao invés de serem descartados serem compartilhados, assim evitando o desperdício. Além disso, ao ter a oportunidade de alugar, ou ter acesso a algo, uma pessoa pode optar por alugar ao invés de comprar, o que diminui a demanda por produtos e ,consequentemente, por recursos naturais. No entanto, em contrapartida, podem ser analisados pontos como a falta de regulamentação.
Ademais, fica visível a falta de regulamentação em alguns serviços. Exemplificando, tem-se a empresa Uber, que conecta motoristas independentes com passageiros, com uma regulamentação é possível garantir a segurança do motoristas e passageiros, e também garantir que os motoristas sejam qualificados. Outrossim, mais um ponto a ser analisado é o salário dos motoristas que em muitos lugares é menor que um salário mínimo segundo uma Análise SWOT feita da empresa. Com isso, conforme uma análise de dados realizada pela equipe responsável pela regulamentação de serviços da cidade de Nova York, cerca de 96% dos motoristas ganhavam menos de um salário mínimo na cidade.
Portanto, fica evidente a importância da criação de alternativas que mitiguem os pontos negativos. Assim sendo, os órgãos reguladores devem implementar proteções referentes às questões necessárias, como em relação aos salários recebidos pelos motoristas, ou ainda com a qualidade dos serviços, o que pode ser feito por meio da elaboração de normas e regulamentos, a fim de que os problemas encontrados nesses serviços sejam mitigados. Tudo isso para que a economia colaborativa possa crescer ainda mais sem estes pontos.