Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 04/12/2023
Na contemporaneidade com o advento de plataformas interativas, vimos surgir aplicativos e recursos cada vez mais dinâmicos com as nossas necessidades, pois como disse, o filósofo e economista, Adam Smith: “O consumo é a única finalidade e o único propósito de toda produção”, assim sendo, serviços, como o Uber, se adaptaram ao novo ‘insight’: a tendência da colaboração. Mas seria essa divisão de custos e lucros uma forma de nos aproximarmos do socialismo ou o fortalecimento do capitalismo?
Uma das consequências imediatas desse modelo econômico é a questão ambiental. A relação de sustentabilidade e preservação com o meio ambiente tem contribuído para que esse meio disseminar-se no ambiente social. No entanto, a economia colaborativa não tem alcançado a todos de forma homogênea, ou seja, ainda existe muitas pessoas que desconhecem esse modo de consumir. Assim, grande parte dos benefícios oferecidos por esse modelo ficam restritos a sociedade, contribuindo para que impactos ambientais como queimadas e desmatamentos, ainda aconteçam constantemente.
Além disso, países tem crescido sua participação na economia colaborativa, entre eles o Brasil. Esse vem apresentando-se como líder entre os mercados latinos- americanos em iniciativas de serviços compartilhados, evidenciando a eficiência dessa maneira de consumir. Prova dessa eficiência é o aplicativo Uber Pool, que é mais uma ferramenta dessa economia colaborativa, sendo usado para que pessoas usem o mesmo carro simultaneamente, de maneira bem sucedida. Dessa forma, apropriando-se das tecnologias de informação, esse modelo tem ganhado adeptos aceleradamente no país.
Fica claro, dessa forma, que esse novo segmento veio para ficar, além de trazer benefícios, pensa em valores indispensáveis para o mundo. Porém paralelo a isso deve se ter maior atenção pois nem sempre uma pessoa que compartilha algo com você, vem com boas intenções e ainda não há uma fiscalização eficaz enquanto isso. Para reverter essa problemática e difundir com mais animo esses serviços cabe ao Governo por do Legislativo propôr leis que regulamente e traga segurança aos usuários, aos Ministérios do Comércio e Tecnologia.