Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 30/11/2023

Na crônica “O Mundo Como Eu Vejo”, a autora Ana Maria Machado aborda a diversidade cultural e a necessidade de compreensão mútua entre diferentes perspectivas. Nesse contexto, a economia colaborativa surge como uma tendência no século XXI, desafiando modelos econômicos convencionais. Entretanto, a persistência do desequilíbrio nas relações de gênero no Brasil destaca a urgência de medidas para mitigar esse impasse.

Sob essa perspectiva, a disparidade salarial e a sub-representação feminina em cargos de liderança evidenciam a persistência de estereótipos de gênero. Durante o repertório histórico, dados indicam que mulheres enfrentam obstáculos sistêmicos, sendo inaceitável que o potencial de tantas profissionais seja subvalorizado.

Além disso, a desigual distribuição de responsabilidades domésticas impacta a participação plena das mulheres na economia colaborativa. De acordo com pesquisas, a sobrecarga de trabalho não remunerado prejudica a capacidade das mulheres de se engajarem em atividades econômicas, demandando medidas que promovam a equidade.

Fica evidente que a desigualdade de gênero é prejudicial à plena realização da economia colaborativa, demandando mudanças. Portanto, o Estado, como agente intervensor, deve implementar políticas voltadas para a igualdade de oportunidades de gênero, promovendo inclusão e diversidade. Assim, a finalidade é minimizar as disparidades de gênero, criando um ambiente propício ao florescimento da economia colaborativa e à construção de uma sociedade mais justa e igualitária.