Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 05/12/2023
Em meio a crise econômica que se perdura há muito tempo no Brasil, a população precisou se adaptar a essa nova realidade, buscando meios alternos para a captação de renda. Entre esses meios, está a economia colaborativa que, embora seja uma alternativa a muitos, quando não bem administrada, pode causar grandes prejuízos.
Sob este cenário, é importante esclarecer o que é a economia colaborativa que, apesar de também se encontrar no setor de prestação de serviços, destaca-se em alguns pontos quanto ao modelo mais comumente visto no Brasil. Como o próprio nome dá a entender, é possível que haja uma troca entre duas pessoas, de reparos em residências à confecção de guloseimas. Todavia, não se restringe somente a isso, contando com serviços pagos, como a Uber, plataforma de transporte popular. Indubitavelmente, tal fenômeno econômico é resultante do crescente avanço tecnológico. Hodiernamente, é raro encontrar alguém sem acesso à rede mundial de computadores, a famosa Web.
Outrossim, é proveniente da forma de os jovens enxergarem o mundo, que encontraram nas trocas de serviços uma oportunidade de obterem o que desejam, fugindo ao modelo tradicional. Ademais, assim como a tecnologia ainda não alcançou o seu ápice, essa nova organização também não o fez.
Aliás, neste ponto surge um problema, mesmo com um grande avanço desse novo modelo, sua aplicação segura esbarra em questões tangentes à regulamentação. Os relatos de assaltos ou golpes que envolvem os aplicativos famosos se tornam cada vez mais frequentes. Não obstante, o preço mais baixo cobrado pelos aplicativos de transporte, em comparação ao cobrado pelos taxistas, por exemplo, gerou diversos desentendimentos.
Urge ao Estado, como gestor do coletivo, a busca pelo equilíbrio da situação, sem nunca censurar o novo, contudo, sempre apoiando o clássico. Portanto, através da Câmara e do Senado, deve criar um novo projeto que contemple não somente os aplicativos, como os demais serviços, diminuindo a taxação, visto que isso garantirá uma maior liberdade ao cliente. Assim, o Brasil dará a todos uma oportunidade de superar a crise e acompanhar a evolução dos modelos econômicos.