Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 30/11/2023
A frase “Ordem e Progresso”, escrita no centro da bandeira do Brasil, simboliza organização e prosperidade. Dessa forma, a economia colaborativa, uma suposta tendência no século XXI, mostra-se como um fator que proporciona tais qualidades em uma nação. Entretanto, dois principais fatores impedem que a economia colaborativa torne-se uma tendência: a realidade distópica e a essência de individualismo dos seres humanos. Nessa perspectiva, é evidente que a economia colaborativa só funcionaria em uma sociedade utópica.
Sob esse viés, a realidade distópica atrapalha tal popularidade. Desse modo, é importante mencionar a Lei de Murphy, criada pelo engenheiro aeroespacial Edward Murphy, na qual diz que tudo o que puder dar errado dará. Dessa maneira, a união de pessoas dará errado, porque quanto mais fatores um negócio precisa para funcionar, mais tende a dar errado. Logo, na realidade distópica em que vivemos, a economia colaborativa não funciona por muito tempo.
Paralelamente , a essência de individualismo dos seres humanos impossibilita que essa tendência ocorra. Ademais, é relevante citar a ideia do matemático Thomas Hobbes, na qual afirma que o homem é o lobo do homem. Outrossim, em uma economia colaborativa, alguém sempre vai passar por cima do outro, tanto que, segundo a Folha UOL, anualmente, a economia colaborativa ganha apenas 15 bilhões de doláres. Então, é necessário ações legislativas que protegem as pessoas que arriscam nessa metodologia.
Portanto, são essenciais medidas operantes que ajudem a economia colaborativa a se tornar uma tendência no século XXI. Para isso, cabe ao governo federal, autoridade máxima da nação, estabelecer legislações que garantam a colaboratividade mesmo se as empresas se separarem, a fim de evitar golpes. Além disso, tal órgão deve promover a economia colaborativa, por meio de suas redes sociais. Assim, o Brasil progredirá e honrará a frase presente em sua bandeira.