Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 29/11/2023

O lema positivista formulado pelo francês Auguste Comte inspirou a frase “Ordem e Progresso” exposta na bandeira nacional. No entanto, é sabido que os desafios para implementar a economia colaborativa de forma eficiente vão de encontro ao lema supracitado. Portanto, os fatores agravantes desse imbróglio são a negligência de fiscalização e a ausência de debate. Logo, percebe-se que tal problema cria um panorama delicado no país.

Nesse viés, com a velocidade do avanço, pode-se haver ausências fiscais na forma de economia. Sendo assim, dizia o físico Einstein que no meio da dificuldade se encontra a oportunidade. Dessa forma, sabe-se que desde 2014 houve um grande aumento do desemprego no país, e a população precisou se adaptar a essa nova realidade buscando meios diversos para a captação de renda; porém, por ser uma vertente nova e crescente, se não regularizada, pode causar prejuízos. Dessarte, a falta da regulamentção necessita de atenção.

Outrossim, a restrição do debate abre colunas para a resolução do tema. Conforme o filósofo Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que souber o contexto em que está inserido. Todavia, segundo o site UOL, de 5 brasileiros, 4 não sabem sobre a economia colaborativa; nessa lógica, o povo só poderá agir em prol do tema, a partir do momento em que discutir e se questionar a respeito dele, porque nenhuma sociedade que esquece a arte de questionar encontrará respostas para seus entraves. Nessa perspectiva, precisa ser temente a ausência de debate.

Diante do exposto, infere-se que medidas são necessárias para resolver a persistência da mazela. Então, cabe ao Ministério da Economia – gestor econômico nacional – criar projetos de lei que regulamentem esse novo modelo econômico, sendo benéfico tanto para quem oferta; e à mídia, promover incentivos à população, para que essa nova forma de colaboração seja amplamente conhecida.Assim, tais ações se realizarão por meio da implantação de políticas públicas que promovam o supramencionado, a fim de que o povo canarinho obtenha o livre acesso às inovações atuais. Dessa maneira, alcançar-se-á o lema exposto na bandeira.