Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 22/10/2019
De acordo com o poeta Cazuza, “Eu vejo o futuro repetir o passado”, a educação brasileira não é um problema atual. Desde a Grécia Antiga, a educação era caracterizada entre os pensadores do período como sinal de liberdade do indivíduo, uma vez que essa vicissitude ainda é uma realidade. De mesmo modo, na contemporaneidade, as dificuldades ainda persistem, seja em razão da falta de escolas preparadas, ou devido à ausência de participação social na educação.
É indubitável que a estrutura escolar é essencial para a formação escolar do cidadão. Segundo o site G1, pesquisas realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) aponta que a proficiência do aluno aumenta em 45% em salas com menor quantidade de alunos. Se por um lado as escolas particulares possuem estrutura qualificada para atender o aluno, por outro lado as instituições públicas de ensino não vivenciam a mesma realidade, haja vista que a falta de assistência ao aluno, por consequência ocasiona o desinteresse no ensino e até mesmo a evasão escolar.
Outrossim, para Confúcio, se queres conhecer o futuro, por sua vez é necessário estudar o passado. Analogamente, na Grécia Antiga, grande parte da população possuía a consciência da importância do ensino para a autonomia e formação do indivíduo na sociedade. Dessa forma, na atualidade, a sociedade não tem se envolvido na formação estudantil dos indivíduos, uma vez que a participação da sociedade é essencial para exercício da cidadania, visto que muitas vezes por não reconhecerem a importância do envolvimento elas não interagem, bem como não cobram as devidas autoridades para melhoria e garantia e cobranças para melhor qualidade de ensino.
Portanto, para se garantir a melhoria na qualidade da educação contemporânea brasileira, é necessário que o MEC, em parceria com o Ministério da Justiça promova integração da familiar, no ensino das crianças e adolescentes, por meio de palestras e discussões que promova conhecimento aos pais e responsáveis sobre a importância da participação na vida escolar do indivíduo, assim como é essencial que eles tenham a consciência de quais são seus direitos, bem como podem reivindicá-los. Ademais, cabe ao MEC alocar recursos em escolas pública com superlotação a abertura de novas turmas e contratação de novos profissionais para atender com qualidade as necessidades de ensino de cada aluno.