Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 08/04/2020
Na série “Stranger Things”, muitos dos protagonistas enfrentam inúmeros entraves na instituição os quais frequentam, devido ao fato de existirem alunos que realizavam más práticas com o restante do grupo. Assim como retratado no seriado, os problemas nas escolas brasileiras não são diferentes, em que muitos indivíduos são violentados e ainda, têm que conviver com a precária estrutura das instituições, necessitando-se de uma forma para apequená-los.
Observa-se, a princípio, que alunos escolhem não frequentarem as escolas, dado que, as ocorrências de violências são vistas rotineiramente dentro delas entre alunos e professores. Em consequência disso, muitos casos acabam culminando em casos de revolta de grande dimensão, como o ocorrido em 2019 na cidade de Suzano, no qual provocou 8 mortes vindas de ex-alunos. Dessa forma, fazendo-se certamente com que tais locais sejam menos coabitados, como resultado das incidências nas instituições.
É válido salientar, além disso, que, segundo consta o Artigo 206° da Constituição Federal, o cidadão tem direito a um certo padrão de qualidade educacional. No entanto, nota-se que ainda não há o pleno exercício da Lei ao ver que cerca de 40% das escolas urbanas do país ainda não tenham coleta de esgoto adequada, como afirmado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE). Dessa forma, é certamente percebido que tal impasse advém de um mau planejamento governamental, devido à expansão desordenada vivenciada no país, ocasionando um descaso com a rede pública de ensino.
Assim, cabe ao Ministério da Educação promover a diminuição da violência nas escolas, por meio de um aumento nos profissionais de segurança, com objetivo de coibir tal ocorrência. Além disso, os governos federais devem aprimorar os edifícios educacionais, com investimentos financeiros que visem alcançar um maior bem-estar e resultado de quem os habita . Dessa forma, o problema das escolas será minimizado.