Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 27/06/2020
No filme “Escritores da liberdade”, é retratado uma escola em um bairro pobre e dominado por violência e agressividade. Nesse sentido, a narrativa foca na trajetória de Grawell, uma jovem e idealista professora que diariamente tenta educar seus alunos rebeldes e sem interesse de aprender. Pararelo à isso, é fato que a realidade apresentada na longa pode ser relacionada à contemporaneidade brasileira, uma vez que o ensino educacional apresenta problemas. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes, a violência urbana e o modelo educacional.
É relevante abordar, primeiramente, que o Artigo 5 da constituição de 1988 assegura o direito à segurança, no entanto, não há o cumprimento dessa garantia, visto que a violência urbana, de acordo com o site de notícias UOL, ainda persiste na sociedade. No programa Profissão Repórter , relata que a violência urbana afeta diretamente nas intuições escolares, de tal forma que os alunos não só possibilitou à exposição à violência local, mas também abriu portas para o tráfico de drogas, realidade vista em “Escritores da Liberdade”.
Por conseguinte, é importante destacar que o atual modelo educacional como promotor do problema. Partindo desse pressuposto, os alunos estão cada vez mais desinteressados em estudar. Dados do blog SaberAtualizado afirma que o aprendizagem se tornou mecanizado e que muitos conteúdos escolares deveriam ser dados de forma mais branda, e o dialogo entre professores e alunos é de extrema importante para a estimular reflexão e formar o indivíduo para conviver a sociedade. Assim, os estudantes são lhes apresentados informações pré-estimuladas sem nenhuma forma de interação , oque torna o ensino degastante.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Nessa lógica, é imperativo que o Ministério da Cidade realize ações, por meio de verbas governamentais, para combater o aumento da violência urbana e bairros escolares, afim de transformar as escolas em espaços mais humanizados. Além disso, cabe ao Ministério da Educação, através do Tribunal de Contas da União direcionar verbas para promover um novo modelo de aprendizagem, introduzindo o ensino cultural, focando na arte, no esporte, na reflexão e na formação individual, afim de tornar o processo de aprender mais harmonioso. Somente assim, a médio e longo prazo, será possível amenizar os problemas das escolas brasileiras.