Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 17/08/2020
É necessário considerar que ainda há problemas com as escolas brasileiras, se tornando assim um assunto com grande discussão, já que há pontos negativos bem consistentes. Isso é afirmado pois, existe uma grande carga de matérias e uma grande pressão exercida para os alunos. Logo, a intervenção é necessária.
Uma fundamental razão para o problema na educação brasileira é a desadequação no que tange a matriz curricular, no nível médio em primazia. Diferentemente de países desenvolvidos, como nos Estados Unidos, em que o aluno constrói a própria grade curricular baseado naquilo que ele tem interesse, aqui os alunos são obrigados em grande parte a seguirem uma regra do Ministério da Educação, uma lista dispersa de disciplinas. Isso reduz o interesse do aluno em continuar estudando, uma vez que o mercado não têm interesse no aluno recém formado, pois ele não é especializado, e sua continuidade, como chegar ao ensino superior, se resume a uma prova e não a todo seu contexto escolar.
Outrossim, o currículo inchado, com muitas disciplina para o pouco tempo de aula e a ausência de oferta de ensino técnico e profissionalizante integrado a instituição compõem o cenário de dificuldades que estimulam a evasão escolar. Existe, durante o ensino médio, uma necessidade de se conseguir dinheiro - seja pra uso próprio ou pra complementar a renda familiar - que é incompatível com a rotina escolar e isso muito das vezes faz com que o aluno aborte o colégio em busca do emprego.
Logo, fica evidente a necessidade de combater essa preocupante realidade. O Governo Federal, por sua função de administrar a vida pública deve fazer outros meios que possam ajudar os alunos a mostrar o seu conhecimento. Ademais, o Ministério da educação deve incentivá-los para que tenham um melhor avanço na sua vida acadêmica e trabalhista. Isso visando uma sociedade com trabalhadores mais eficientes e uma vida educacional melhor.