Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 08/09/2020
Segundo a Constituição Federal de 1988, no seu artigo 208, é dever do Estado garantir o acesso à educação, bem como é responsável pelo transporte, material didático-escolar, alimentação e assitência à saúde. No entanto, diariamente, milhares de alunos são submetidos a uma realidade contrária. Assim, faz-se necessário que o Poder Público atente-se para a educação, enquanto situação que põem em risco, a evasão escolar de milhares de cidadãos.
Deve-se destacar, de ínicio, o abandono escolar como um dos complicadores do problema. Nesse sentido, segundo Rousseau, na obra “Contrato Social”, cabe ao Estado viabilizar ações que garantam o bem-estar coletivo, nesse caso, ao ensino à todos. Entretanto, nota-se, no Brasil, que a educação limitada e a pobreza, rompem com as defesas do filósofo iluminista, uma vez que, em pleno século XXI, o escasso acesso às escolas e recursos voltados para pessoas com limitações físicas persistem, violando o que é exigido constitucionalmente.
Outrossim, pesquisas apontam que a falta de conexão entre os níveis de ensino, a carência de materiais e problemas financeiros são os princípais problemas enfretados nas escolas brasileiras, visto que, interferem diretamente nos estudos. Assim, de acordo com os pensamentos do filósofo e economista Sir Arthur Lewis “Educação nunca foi despesa, sempre foi investimento com retorno garantido”. Desse modo, é evidente a importância de investir em sistemas de ensino, para uma melhor qualidade de vida.
Depreende-se, por fim, a trancedencia de medidas para o fim da evasão escolar. Logo, medidas governamentais podem ser tomadas para reverter o atual cenário. Posto isso, cabe ao Ministério da Educação investir na capacitação para o corpo docente e reavaliar a metodologia e a propostosta pedagógica, a fim de diminuir o abandono escolar e os demais problemas. Com isso, menos estudantes optariam à medidas drásticas e o sistema de ensino brasileiro seria mais valorizado.