Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 15/09/2020

Sabe-se que o direito à educação é um dos princípios fundamentais da República Federativa do Brasil, garantido pelo artigo 6° da Constituição Federal de 1988. No entanto, os diversos problemas das escolas brasileiras postergam diretamente o exercício desse bem por parte da população. Logo, tal fato se deve especialmente à negligência estatal e tem como principal consequência a estagnação social desses indivíduos.

Em primeiro plano, urge analisar a origem desses imbróglios. Nesse sentido, é dever do Estado promover políticas públicas em prol do acesso de todos à educação de qualidade, da mitigação da violência escolar e da permanência na escola, ações, infelizmente, desconsideradas no atual quadro político brasileiro. Desse modo, tal entidade enquadra-se como uma “instituição zumbi”, consoante o filósofo Zygmunt Bauman, já que não cumpre sua função social primordial.

Ademais, é válido salientar como a problemática afeta a população brasileira como um todo. Nesse viés, segundo o filósofo alemão Immanuel Kant, “é no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade”, ou seja, sem esse bem não há progresso. Dessa forma, ao observar tal máxima pela perspectiva brasileira, tem-se que os estudantes, sobretudo os da rede pública, em sua maioria não obtém êxito na vida pós-escolar, devido sua precariedade.

Diante dos fatos supracitados, medidas são necessárias com o intuito de minimizar os problemas das escolas brasileiras. Portanto, cabe ao Ministério da Educação aprimorar o sistema de ensino brasileiro, por meio de investimentos do Tribunal de Contas da União, que serão aplicados na formação de professores, na melhoria da infraestrutura escolar e em um programa social que ajude financeiramente as famílias mais carentes, bem como de um ensino de qualidade, o que formará cidadãos mais capacitados. Destarte, o Brasil será mais coerente com o que redige em sua Constituição.