Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 06/01/2021

Durante a primeira época do Império do Japão, a chamada era Meiji, foi marcada pelo forte investimento na educação, o que acarretou no desenvolvimento do país, tornando este uma das maiores potências mundiais. Não obstante, em oposição ao Japão, as escolas brasileiras sobretudo as de ensino público, têm passado por diversas disfunções, dentre elas: a violência contra professores além da evasão dos alunos.

Sob esse viés, nota-se que a violência verbal ou física na sala de aula pode possuir diversas causas, como por exemplo os alunos estarem sob influência de entorpecentes ou até mesmo com transtornos psicológicos. Acerca dessa lógica a Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDC) realizou uma pesquisa a respeito da violência contra professores. Em virtude do que foi pesquisado o Brasil foi classificado como o país com maior índice de violência.

Outro fator diz respeito a evasão escolar. Nesse contexto, os alunos, influenciados por problemas sociais como o desemprego na família saem da escola afim de enfrentar o mercado de trabalho. Segundo a atriz Katharine Hepburn, “a falta de trabalho destrói pessoas” nesse tocante, conclui-se que o desemprego e a instabilidade financeira destrói a vida acadêmica de grande parte dos alunos, obrigando-os a sair do ambiente escolar a fim de trabalhar.

Nota-se, dessa forma, que as disfunções presentes nas escolas não atingem apenas os estudantes, mas também os docentes. É pertinente aumentar as medidas de segurança por meio da presença de policiais militares nas escolas, além da criação de um suporte financeiro aos alunos com renda baixa, afim de evitar que saiam das escolas. Espera-se com essas ações a diminuição dos problemas das escolas brasileiras, e a democratização da educação.