Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 08/06/2021

O filme “Escritores da liberdade” narra a história da professora recém formada Erin Gruwell, que é convocada para lecionar numa sala de aula problemática. Nesse sentido, a narrativa conta como a classe de Erin é envolvida por conflitos e que a protagonista consegue, através da valorização, transformar a vida dos alunos. Fora da ficção fica claro que a realidade retratada no filme é um reflexo dos problemas enfrentados pelas escolas brasileiras, uma vez que a mesma ainda é marcada por batalhas. Nesse âmbito, é lícito destacar a falta de investimentos governamentais e a qualidade do ensino como principais causas do problema.

Em primeira análise, cabe pontuar a ausência de investimentos governamentais na infraestrutura das escolas. Nesse sentido, os estudantes enfrentam dificuldades com as salas de aula desestruturadas, o que é refletido no ensino que fica cada vez mais precário e limitado. E essa conjuntura, de acordo com o filósofo Jonh Locke é uma violação ao contrato social, uma vez que o estado não garante aos estudantes o direito mínimo a uma estrutura de qualidade. Dese modo, faz-se urgente a reformulação dessa estatal.

Além disso, vale ressaltar a péssima forma de ensino como impulsionador do problema. Segundo o Filósofo Immanuel Kant “o homem é aquilo que a educação faz dele”, nesse sentido, o ensino é que molda o comportamento dos alunos. Nesse contexto, a forma tradicionalista que os professores e as escolas impõe no país não contribui para o desenvolvimento social e intelectual dos indivíduo, o que futuramente configura uma relação tóxica e sem familiaridade entre educador e aluno. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de cobater esses obstáculos. Para isso, é impressíndivel que o ministério da educação por intermédio de um mapemento das regiões com maiores índices de violência nas salas de aula e maior vunerabilidade estrutural promova uma série de investimentos em qualificação profissional e na melhoria das escolas a fim de minimizar progressivamente as deficiências. Somente assim solucionar os problemas da educação no país e transformar os estudantes assim como fez a  professora Erin.