Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 11/01/2021

Segundo Nelson Mandela, líder contra o regime Apartheid, “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, com isso, o ensino é de extrema importância. Porém, na contemporaneidade, a educação enfrenta grandes problemas, como a omissão do Estado perante a qualidade do sistema educacional e a desvalorização dos professores.

Nesse sentido, o filósofo Rousseau, ao escrever a obra “do contrato social”, revelou que o Estado deve garantir o bem supremo do homem. Dessa forma é notório que é dever do governo assegurar as necessidades básicas da população, como a educação. No entanto o Brasil não investe no setor de ensino, segundo o site G1 o Brasil investiu apenas 4,2% do PIB (produto interno bruto) na educação, em 2016. Nesse viés, muitas instituições de ensino estão em estado precário, fazendo muitos alunos perderem o interesse pelo estudo, assim ocorrendo a evasão escolar. Sendo assim, enquanto a educação não for priorizada a nação brasileira nunca será um país desenvolvido.

Ademais, os professores não são valorizados de maneira que são submetidos à falta de respeito dos alunos e ao baixo salário. Além disso, os educadores, em 2016, foram as ruas manifestar contra o sistema precário de ensino, a prova que profissionais de ensinos são desvalorizados, assim se tornando um problema social. Segundo Paulo Freire, um grande educador, “a educação transforma o mundo”, contudo não há como transforma o mundo enquanto os professores não ganharem obediência dos alunos e um salário digno.

Portanto, para amenizar os problemas de ensino, o Ministério da Educação deve propor um maior investimento na educação, por meio de reformas nas escolas, como compra de cadeiras e mesas novas, contratação de novas faxineiras, com objetivo de aumentar o interesse dos estudantes e diminuir a evasão escolar. Em adição, as escolas devem estimular os alunos a serem compreensivos com os professores, por meio de premiação aos alunos que não desrespeitaram os profissionais, com objetivo de promover o respeito entre os funcionários e os estudantes, assim diminuindo a desvalorização do profissional da educação.