Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 13/01/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante a todos os cidadãos o direito da educação e bem-estar social. Em vista disso, problemas vem sendo encontrados nas escolas brasileiras agravando o índice das evasões escolares e dos impasses vividos entre professores e alunos. Diante dessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeira análise, é válido ressaltar o abandono das escolas pelos estudantes. Dessa forma, levando esses jovens para o caminho da marginalização, pela questão do desemprego provocado pela falta de certificação de conclusão dos ensinos. Por conseguinte, dados apresentados pelo G1, mostram que cerca de 30 a 40 milhões de brasileiros são analfabetos, aumentando a preocupação com a quantidade de pessoas que não possuem nem o ensino básico completo.
Outrossim, as dificuldades presentes no ambiente escolar, dificulta a vida dos alunos em questão da conclusão dos estudos. Dessa maneira, alguns professores não conseguem manter uma relação pacífica com os estudantes, no qual leva a perda de interresse do aluno pela matéria abordada pelo profissional. Ademais, de acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais é característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Diante de tal contexto, é notório que a má convivência entre o professor e aluno se dá pelo resultado da desimportância de pensar mais no próximo como um ser a ser respeitado e manter a boa convivência.
Infere-se, portanto, que medidas devam ser tomadas em relação aos problemas encontrados nas escolas brasileiras. Cabe ao Poder Legislativo, sob forma de Congresso Nacional, ampliar as políticas públicas para as instituições de ensino. Isso pode ser feito por intermédio de emendas constitucionais, as quais destinem parte das verbas da Lei das Diretrizes Orçamentárias Anuais à esse problema na sociedade, para que haja redução no número de evasões escolares e consequentemente o analfabetismo, além de uma ótima qualificação durante a formação dos professores, para que desse modo, consigam manter uma boa relação com seus alunos em sala de aula. Sob essa perspectiva, minimizar os impasses das escolas brasileiras.