Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 16/01/2021

Na obra " A República", do filisófo e matemático Platão, é retratada uma ciedade perfeita, em que o corpo social padroniza-se pela falta de problemas sociais. No entando, no cenário atual, observa-se justamente o oposto, tendo em vista a não democratização das escolas, em virtude da falta de debates nas escolas e da má influência midíatica.

Primeiramente, segundo Rubem Alves, importante escritor, as escolas podem ser comparadas a “asas” ou “gaiolas”, haja vista que podem proporcionar voos ou alienação. Nesse sentido, constata-se a escassez de uma orientação pedagógica acerca da necessidade de uma educação mais inclusiva, bem como poucos debates e palestras, são fatores que contribuem para a alienação dos alunos. Dessa forma, enquanto as redes educacionais brasileira representarem “gaiolas”, o Brasil continuará inerte nesse quadro.

Além disso, outro ponto relevante é a má influência midíatica que ainda é um agente ativo para conservação do problema. Um exemplo disso é a silenciação da mídia em relação a importância de uma rede educuativa mais plural e abrangente. Nesse contexto, segundo o sociólogo francês Pierre Bourdieu, o papel dos meios de comunicação é de disseminar informações que contribuam para o desenvolvimento social. Dessa maneira, uma mudança na postuda midíatica é imprescíndivel para a construção de um meio social melhor.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Nesse enquadramente, cabe ao Ministério da Educação propor a criação de simpósios e palestras nas escolas a respieto da importância da democratização do ensino e a implementação de propagandas informativas nos veículos de comunicação sobre a necessidade de inclusão no âmbito educacional. Ambas as ações serão entregues por meio de um projeto de lei à Câmara dos Deputados. Espera-se que com essas medidas, o Brasil torne-se mais democrático.