Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 02/04/2021

Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma enorme pedra morro acima eternamente. Todos os dias, Sísifo atingia o topo do rochedo, contudo era vencido pela exaustão, assim a pedra retornava a base. Hodiernamente, esse mito assemelha-se a luta cotidiana dos estudantes, os quais buscam ultrapassar as barreiras as quais os separam de uma educação de qualidade. Nesse contexto, não há dúvida de que a evasão escolar e violência na escola é um desafio no Brasil. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Precipuamente, faz-se necessário lembrar a ausência de apoio educativo para combater os obstáculos enfrentados pelos alunos. Neste ponto de vista, é oportuno assimilar que, conforme o pensador Émile Durkheim, a sociedade deve ser analisada de maneira crítica e distanciada do senso comum. Por esse ângulo, a proposta do sociólogo pode ser aplicada quando se analisa o abandono escolar resultando na falta de acesso a uma educação para todos. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), somente 80% de 500 milhões de pessoas entre 14 e 29 anos de idade terminaram alguma etapa da educação básica em 2020. Destarte, discorrer criticamente uma problemática é o primeiro passo para o desenvolvimento deum país equânime.

Somado a isso, é cabível mencionar a falta de medidas governamentais, como execução de melhorias para combater a violência, impasse encarado por aprendiz e profissionais escolares. Segundo o dramaturgo, jornalista irlandês George Bernard Shaw “ O progresso é impossível sem mudanças”. Analogamente, reivindicações dos grupos populacionais buscam o fim de um recinto escolar com abusos, ameaças e agressões. Em uma pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), relata que 12,5% de 100 mil professores afirmam ter sofrido uma vez por semana pelo menos, intimações ou agressões de alunos em 2013. Assim, medidas precisam ser tomadas pelas autoridades competentes, a fito de atenuar o revés.

Portanto, a entrave confrontada pelos estabelecimentos de ensino brasileiros apresentam barreiras preocupantes. Para amenizar esse cenário urge que o Governo Federal invista em verbas governamentais, qualificando pessoas profissionais conpetentes que fazem parte da esfera escolar com o intuito de melhorar a baixa assistência educacional e brutalidade mas unidades de ensino. Somente assim será possível permitir uma educação para todos no Brasil.