Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 28/07/2021
Artie Abrams é um personagem cadeirante da série ¨Glee¨, sua narrativa é baseada como uma escola foi importante para o seu desenvolvimento educacional e pessoal. Fora das telas, a falta de inclusão no sistema educacional brasileiro impede que as ações como a produzir no filme sejam uma realidade no país. Com efeito, a profissionalização de educadores e o combate ao capacitismo como forma de efetivar os caminhos para uma educação inclusiva, são medidas que devem ser impostas. Em primeira análise, note-se que o despreparo profissional de agentes educadores é uma causa expressa do problema em questão. Consoante a isso, o filósofo Paulo Freire, afirma que o ensino regular nasce da inclusão de um indivíduo na sociedade. Todavia, apesar da Constituição Brasileira declarar que todos devem ter acesso à educação, a negligencia governamental é um empecilho para que esse direito seja consolidado na prática. Em suma, a construção de um eixo educacional público e inclusivo é feito a partir da profissionalização de professores, tornando-os capazes de promover uma educação emancipadora e igualitária dentro das salas de aulas brasileiras.
A posteriori, é imperativo pontuar a intolerância que os PCDs apresentam como uma impulsionadora do revés. Essa lógica pode ser compreendida através da concepção do filósofo Schopenhauer, na qual discorre que os limites do campo de visão de uma sociedade determinam suas ações. Ou seja, uma sociedade excludente e individualista, em que as pessoas que possuem a necessidade do padrão educacional tradicional serão postas para fora desse campo de visão, que no caso, são as escolas. Esse fato gera um ciclo em que as pessoas que não foram alcançadas, de fato, pela educação, são excluídas e inferiorizadas.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Posto isso, o governo federal, por meio do Ministério da Educação deve criar o Plano de Profissionalização Diversificada, que contemplará colégios. Tal plano deve implementar a realização de cursos e palestras sobre educação inclusiva, que devem ser ministrados por especialistas no assunto, também deve contar com participação de psicólogos. Tais cursos serão oferecidos a professores, país e funcionários escolares - um fim de que esses atendam a demanda especial de alunos deficientes, promovendo um sistema de ensino igualitário e integrado.