Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 24/09/2021

A Constituição Federal Brasileira de 1988 coloca como responsabilidade do Estado garantir um ensino público de qualidade a todos os cidadãos residentes neste país. Contudo, não é esta a realidade que se vê no atual contexto das escolas brasileiras, muito devido aos diversos problemas que circundam esse cenário. Dessa forma, cabe ao Estado tomar providências a respeito, por meio de investimentos mais reforçados na infraestrutura e nos profissionais envolvidos e, partir disso, implantar regras que coibem o estudante de praticar qualquer ato de vandalismo ou violência, com o objetivo de formar um indivíduo mais consciente e preparado para o convívio social.

Sob esse viés, cabe salientar, primeiramente, a importância que se deve dar ao fornecimento de mais recursos sobre as instituições de ensino básico para o melhor aprimoramento delas. Um exemplo que merece destaque são as escolas públicas americanas e do engajamento, por parte das autoridades locais, no que diz respeito aos gastos contundentes sobre toda a estrutura que envolve o meio, com salas de aulas equipadas e modernas, ginásios e áreas de recreação providos de condições mínimas para o desenvolvimento social e acadêmico do jovem, além de meios de transporte que oferecem ao estudante todo o conforto e segurança no seu trajeto diário entre escola e casa. Diante deste fato, é de suma importância que o governo brasileiro tome nota, e aproprie-se disso como exemplo para se fazer um planejamento e investimento mais consistente nesse sentido.

Feito isso, é dever agora das entidades escolares formularem e implementarem normas que exijam do aprendiz mais disciplina e respeito na condução de suas acões não só no espaço escolar, mas no meio cívico de um modo geral. Como pregava, por exemplo, o Positivismo, corrente filosófica que ganhou destaque ao longo do século XIX, e que tinha como base o princípio da ciência e da ordem, frente a possibilidade de promoverem o desenvolvimento social, orientando os indivíduos, adeptos a esta corrente, a terem mais responsabilidade sob seus atos. Logo, com a adoção desta prática, o Brasil se encontrará em uma situação mais favorável rumo ao progresso educacional de sua nação.

Diante dos fatos supracitados, se faz necessário que o Ministério da Educação tome postura frente a problemática e promova maiores gastos direcionados, especialmente, ao ensino básico nacional, por meio de investimentos incisivos na construção de uma rede escolar mais eficiente e que atenda às necessidades de seus alunos, com salas de aula interativas e equiparadas, além da contratação de professores mais qualificados, com o posterior aumento salarial desses profissionais. Tudo isso com o intuito de propiciar um espaço adequado para a formação intelectual desses jovens e, dessa maneira, fazer com que a “ordem e o progresso” vigore no ambiente escolar brasileiro.