Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 19/08/2021

O acesso ao estudo é premissado por Lei desde a Constituição de 1988, na qual foi decretado que qualquer criança tinha o direito de estar na escola regular. Entretanto, mesmo com o decreto e a abolição da escravatura, o país ainda é muito carregado de preconceito racial e social, e por isso desencadeia diversos problemas no âmbito escolar, como a falta de investimento econômico para com as escolas públicas e oportunidades de educação, e exclusão social ainda enraizada. Por conseguinte, é notável a necessidade de intervenção escolar a fim de minimizar os problemas nas escolas brasileiras, e assim permitir uma forte inclusão social e desenvolver o país com tecnologias de estudo.

Contudo, para que haja uma maior concentração de crianças praticando o estudo, é de suma importância a democratização do acesso a ela, visto que há uma dificuldade de manter-se conectado à escola, principalmente no momento atual, devido a uma forte desigualdade social. No âmbito pandêmico em que o mundo se encontra, muitos jovens não tiveram oportunidades de continuar a estudar por precisarem trabalhar junto dos pais, assim como aqueles que não tiveram sequer acesso a internet. Além disso, escolas que dependem do Governo Federal para se manterem, sofrem com desvio de verbas, falta de monetização dos professores, as quais na maioria das vezes desencarrega numa greve, o que acarreta problemas no desempenho escolar da região.

Mesmo com a Declaração de Salamanca de 1994, na qual a ONU junto de 94 países tornou premissa a não segregação dos alunos com deficiência, a inclusão social ainda é um impasse enfrentado pelas escolas brasileiras. O Ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse em uma entrevista que pessoas com deficiência seriam um atraso para as demais crianças quando estão em convivência. Tal declaração de cunho preconceituoso repercutiu negativamente nas redes sociais, e com razão porque a escola não tem o papel de segregar e sim incluir, além da convência ser o melhor jeito de desenvolver comunicação e evolução educacional dentre os alunos.

Em síntese, é extremamente importante que haja um incentivo aos alunos que não estão envolvidos nas atividades escolares, com parcerias como a Assistência Social a fim de disponibilizar ajudas de custo para que seja possível o retorno ao ambiente escolar. Assim como o apoio financeiro digno e sem corrupções do Governo Federal, para que assim Institutos de Ensino possam aprimorar seu ambiente e conexão para com os demais alunos, e entregue a devida acessibilidade para que todos tenham acesso à escola e à educação, junto com o Estatuto da Pessoa com Deficiêcia.