Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 06/09/2021

No ‘‘Conto de Escola’’, de Machado de Assis é retratado um garoto que faz a evasão escolar devido à tirania de seu professor. Fora da ficção, as escolas também podem ser ambientes opressores, sendo esse autoritarismo adivindo tanto de professores, quanto de alunos. À vista disso, as escolas devem ser ambientes mais acolhedores e devem formar cidadãos críticos e pensantes.

Em primeira análise, é importante ressaltar que a escola deve ser uma ambiente acolhedor com o fito da aprendizagem e socialização, sendo assim alunos e professores devem criar relações de confiança. Para tal, os pedagogos devem praticar atividades e brincadeiras com a finalidade de unir os alunos e se aproximarem desses para que professores e alunos desenvolvam uma relação sem hierarquias e pacífica. Desse modo, a educação idelializada pelo educador e filósofo Paulo Freire, o qual lutava por uma educação onde todos aprendiam e ensinavam entre si, será realidade.

Outrossim, a educação brasileira deve ter como fim formar um cidadão que seja crítico e independente para que esse não seja facilmente manipulado e alienado de seus direitos. Como relatado na música ‘‘Another Brick In The Wall’’, da banda Pink Floyd, a educação de hoje se volta para a formação técnica dos indivíduos, mas não sujeitos que pensem diferente da massa. Logo, a matriz curricular brasileira tem de ser alterada, sendo excluídos assuntos muito específicos e que apenas envolvem a memorização, e devem ser incluídos mais assuntos e atividadades que façam o estudante desenvolver o pensamento crítico.

Portanto, diante dos argumentos supracitados urge que o Estado melhore a educação do país Tupiniquim. Para isso, o Governo Federal deve unir profissionais da educação e psicólogos que devem elaborar um documento  de atividades para serem exercidas nas salas de aula com o objetivo de tornar a relação  entre alunos, tal como entre alunos e educadores o mais harmônica possível, o qual deve ser disponibilizado para todos os interessados via internet e anexado à Base Nacional Comum Curricular. E também, o Estado deve criar um currículo escolar que amplie e desenvolva o pensamento crítico dos alunos. Dessa maneira, realidades como a do personagem do ‘‘Conto de Escola’’  ficarão apenas na ficção, pois a escola será um ambiente acolhedor e inovador.