Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 04/11/2021

Consoante a afirmação “Percebemos que o arco da moral universal é longo, mas se inclina em direção à justiça” do ativista Martin Luther King, percebe-se como os preceitos contidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos foram daí matizados. No entanto, a promessa de tal expressão no panorama do Brasil torna-se uma utopia, uma vez que os problemas educacionais impossibilitam que essa parcela da sociedade desfrute do direito à educação na prática. Esse cenário imoral é evidenciado não somente pela evasão escolar, mas também pela falta de incentivo governamental.

Em primeira instância, o desinteresse dos alunos pelas aulas não é novidade, como fica explícito na canção “Estudo Errado” do Gabriel, o Pensador. Dessa forma, a necessidade imposta pela escola em avaliar o estudante apenas pelas notas das avaliações, acaba desestimulando o estudante, o que tira o prazer em aprender o conteúdo proposto. Sendo assim é notória a ineficiencia da bordagem pedagogica hodierna brasileira.

Por conseguinte, na produção audiovisual “Pro dia nascer feliz” é abordado o contidiano dos jovens brasileiros em escolas públicas, nos quais dificilmente tinham incentivo governamental, como na falta de escolas, transporte e professores, o que contribui para a evasão escolar. Configura-se, portanto, como ineficiente as tentetivas do Governo para contornar essa situação.

Enfim, para minimizar esse impasse, é necessária a mobiolização de certos agentes implicados nos problemas das escolas brasileiras. Em suma, o Ministério da Educação, deve formentar as leis já existentes, com o intermédio do Poder Executivo, com o intuíto de não deixar nenhuma lacuna constitucinal. Com essa nova perspectiva, o país irá driblar essa adversidade.