Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?

Enviada em 16/10/2021

A Consituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia no sistema judiciário brasileiro, prevê em seu artigo 6°, o direito a educação como inerente a todo cidadão. Entretanto, essa prerrogativa nao tem se manifestado com eficácia na prática quando se observa os problemas das escolas brasileiras. Algumas das principais consequências relacionados as escolas são a falta de infraestrutura  e a evasão escolar.                                       Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de infraestrutura. Segundo o filósofo contratualista John Lucke, configura-se como uma violação do ´´contrato social``, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem dos seus direitos. Essa péssima infraestrutura faz com que os alunos tenham seu processo de aprendizagem prejudicado.

Ademais, é fundamental apontar a desigualdade social como impulsionador da evasão escolar no Brasil. De acordo com a pesquisa realizada em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 50 milhões de jovens entre 14 e 29 anos não completaram o ensino básico. Uma grande parte desses jovens abandonaram a escola para ajudar na renda familiar.

Portanto, considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter essa situação. O Estado, por meio do Ministério da Educação, deve investir em reformas nas escolas e na educação das crianças de classe baixa, criando projetos socias para incentivar que concluam os estudos. Dessa forma, o Estado irá desempenha corretamente seu ´´contrato social`` tal como afirma John Lucke.