Efeito bolha: o problema agravado pelas redes sociais

Enviada em 04/05/2022

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito ao lazer como inerente a todo cidadão brasileiro.Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o efeito bolha, o problema agravado pelas redes sociais,dificultando,deste modo, a universalização desse direito social tão importante.Diante dessa prespectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise,deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o problema.Nesse sentido,é importante ressaltar que a rede social “facebook” posui algortmos que acarreta uma bolha dentro do aplicativo.Essa conjuntura, segundo ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do !contrato social", já que o Estado não cumpre sua unção de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde . e o lazer, o que infelizmente é evidente no país.

Ademias, é fundamental apontar a pandemia causada pelo covid-19 como impulsionador da bolha social.Segundo a OMS, cerca de 20% da população brasileira vive num estado de bolha social.Diante de tal exposto,o efeito bolha é causado também pela pandemia.Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos.Para isso,é imprescindível que o Governoo Federal, por intermédio do Ministério da Saúde, faça campanhas para que o isolamento se erradique, a fim de acabar com essa bolha.Assim, se consolidará uma sociedade mais saudável, onde o Estado desemepnha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.